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12 julho 2011

Tablets - Software - Tecnologia

Tablets terão 80% de matéria prima brasileira em três anos, estima Mercadante


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O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, esteve nesta segunda, 11, em Goânia, na 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), onde destacou a necessidade de o Brasil concentrar esforços no mercado interno. Como exemplo, o ministro mencionou a desoneração tributária e o incentivo à produção nacional de tablets.

"Temos que entender que o nosso patrimônio é o mercado interno. Por isso, precisamos exigir mais processos produtivos básicos para incentivar a produção de bens com conteúdo brasileiro. Já fizemos isso com os tablets. No início acreditava-se que as empresas não se interessariam. Hoje, temos 14 empresas interessadas. Destas, nove já estão com seus processos aprovados. "Em setembro, teremos tablets com um percentual de 20% de matéria-prima do próprio País. A meta é atingir em três anos 80%", complementou.

Segundo Mercadante, o Brasil precisa dar um “salto quântico” na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação e se tornar uma economia mais competitiva em produtos de média e alta complexidade. O ministro calcula que para cada tonelada de chip que o Brasil importe seja preciso exportar 21 mil toneladas de minério de ferro ou 1,7 mil toneladas de soja.

A falta de uma indústria sofisticada em eletrônica fez com que o País tivesse no ano passado um déficit comercial de US$ 19 bilhões. O Brasil é o sétimo mercado para tecnologia de informação e comunicação. Mercadante quer aproveitar o tamanho do mercado interno, que crescerá com a inclusão digital de escolas públicas e comunidades mais pobres, para incentivar a instalação da indústria de tablets em território nacional.

Pré-sal

O ministro também defendeu que os recursos dos royalties do Pré-sal sejam usados para financiar gastos públicos em educação, ciência e tecnologia. Em sua opinião, os royalties servirão para reposicionar o País no cenário mundial. Para ele, não aproveitar os recursos dessa forma seria "o maior erro histórico" do Brasil.

Com informações da Agência Brasil.

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