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05 agosto 2011

Bolsa de Valores - Economia global - Investimenos


05/08/2011 - 05h00

Bolsas voltam a cair em mais um dia de temor nos mercado

As principais Bolsas europeias abriram em queda nesta quinta-feira, após as fortes perdas registradas ontem devido à intensificação dos temores dos investidores com a desaceleração da economia global --puxada pela crise nos EUA-- e com a crise do débito em curso na Europa, que agora ronda a Itália e a Espanha.
Em Londres, o índice Financial Times iniciou a sessão desta sexta-feira com perda de 2,73%, aos 5.246,03 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX-30 abriu em queda de 2,21%, aos 6.272,97 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 apresentava perdas de 2,74%, aos 3.229,21 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib abriu em baixa de 3,71%, aos 15.529,40 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrava queda de 2%, aos 8.512,70 pontos.
No mercado asiático, as principais Bolsas da região fecharam o dia em forte queda.
O índice principal da Bolsa de Tóquio, o Nikkei, encerrou as negociações desta sexta-feira em baixa de 3,72%, aos 9.299,88 pontos, influenciado em parte pela valorização do iene
As Bolsas da Coreia do Sul, Austrália e Taiwan fecharam o dia com quedas de 3,70%, 4% e 5,58%, respectivamente.
Seul e Sydney acumularam na semana perdas de 10,5% e 8,72%, respectivamente.
"Durante todo o dia o mercado estará sem dúvida dominado pela aversão ao risco e todas as atenções estarão voltadas para a taxa de desemprego nos Estados Unidos" em julho, cuja divulgação deverá ocorrer no início da tarde desta sexta-feira, estimou Kintai Cheung, economista do banco Credit Agricole.
O medo que ronda os mercados é de que a economia americana volte à recessão. E que, mesmo depois do segundo resgate à Grécia e do acordo que elevou o teto da dívida americana, os governos não tenham feito o necessário para enfrentar o frágil crescimento econômico no momento que a crise da dívida europeia se deslocou para a Itália e a Espanha, economias maiores do que a grega. O temor é que a crise saia do controle.
Diante desta perspectiva pessimista, as principais Bolsas européias e americanas fecharam a quinta-feira com fortes quedas.
Nova York enfrentou ontem sua pior onda de vendas desde a crise internacional no início de 2009. O índice Dow Jones recuou 4,31%, a 11.383 pontos, enquanto o Nasdaq teve desvalorização de 5,08%, a 2.556 pontos.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) terminou o pregão de ontem com a maior queda desde novembro de 2008. O Ibovespa, o termômetro dos negócios da Bolsa paulista, caiu 5,72%, atingindo os 52.811 pontos
Na Europa, diante dos temores de que Itália e Espanha entrem para o grupo de países que precisam de ajuda financeira para superar seus problemas de endividamento, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, deixou subentendido que deve retomar o programa de compra de títulos.
Trichet afirmou também que a instituição deverá voltar a injetar liquidez nos mercados a partir do próximo dia 9, quando emprestará recursos aos bancos em operação extraordinária.
Apesar disso, as ações dos bancos caíram vertiginosamente na Europa. A venda generalizada de ações europeias nesta semana reduziu o valor de mercado dos índices de blue chips (as principais) da Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha e Holanda em mais de 400 bilhões de euros.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 3,43%. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 3,4%. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 3,9%. Em Milão, o índice Ftse/Mib encerrou em baixa de 3,21%. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou queda de 3,89%. Em Lisboa, o índice PSI20 teve desvalorização de 3,26%.

Fonte:Folha.com

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