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20 fevereiro 2016

DICAS PARA AMENIZAR A DOR NO OUVIDO DURANTE O VOO




RIO - Há um aspecto que une o passageiro da primeira classe ao que senta na poltrona do meio da última fileira da classe econômica de um avião: aquela dor chata no ouvido, a cada pouso e decolagem. O democrático incômodo é fruto da rápida mudança de altitude, à qual todo avião é submetido. Mas é possível amenizá-lo e até mesmo evitar que ele se torne um problema de saúde mais grave.

Para saber por que o ouvido dói é preciso entender como ele funciona. No fim do canal auditivo está o tímpano, a fina membrana que capta as vibrações do ar que serão decodificadas em sons pelo cérebro. Ele separa a parte externa do aparelho auditivo do ouvido médio, onde está uma das extremidades da Trompa de Eustáquio, uma ligação até o nariz e a garganta por onde o ar circula. É por este canal que o ar entra ou sai do ouvido, fazendo com que a pressão interna esteja ajustada com a externa.

A mudança brusca de pressão, natural quando um avião sobe ou desce milhares de metros em questão de segundos, faz com que a trompa se feche e o tímpano se retraia, causando a dor. Após a decolagem, a pressão da cabine gradualmente se torna menor que a do ouvido, e o tímpano infla para fora. Na descida, o efeito é inverso: aos poucos a pressão na cabine se torna maior que a do ouvido, e a membrana é empurrada para dentro.

O único modo de amenizar o incômodo é fazer o ar circular pela Trompa de Eustáquio. A deglutição é a maneira mais natural de deixar o ar entrar e sair e voltar a relaxar o tímpano. Forçar a ventilação interna tapando o nariz, na chamada Manobra de Valsalva, também usada por mergulhadores, é outra técnica.

— O importante é que esse canal esteja desbloqueado. Por isso não é aconselhável viajar com nariz entupido. Se o passageiro estiver resfriado ou for alérgico, deve usar um vasoconstritor nasal antes da decolagem e do pouso. Mas é preciso orientação médica, porque o uso contínuo deste medicamento é prejudicial à saúde — diz o otorrinolaringologista do Hospital São Francisco na Providência de Deus, Fernando Portinho
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