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30 março 2011

E-COMMERCE E O TURISMO

Desde os primeiros momentos em que o crescimento das cidades, o intercâmbio de mercadorias, aumento populacional, começaram a surgir na Idade Média, as mudanças das relações comerciais eram visíveis. O Feudalismo sucumbia diante das mudanças na sociedade.

A Revolução Comercial com as Grandes Navegações, trouxeram não apenas riquezas nos metais, mas também traziam em cada caravela, uma nova visão de um mundo, uma nova visão de relações econômicas.

A Revolução Industrial torna-se um exemplo mas abrangente para definir a mudança na relação mão de obra/maquinas. A substituição do homem pela máquina, produziu uma tomada de decisão: adaptação à nova estrutura (diga-se de passagem, conflituosa).

As mudanças no século XX com o advento da globalização, a Tecnologia da Informação, são alguns fatores que desencadearam uma série de efeitos, exigindo mudanças. Esses efeito são observados, principalmente, nas relações comerciais, onde a TI tem sido usada com bastante ênfase, pelas empresas.

Nesse sentido, é compreensível que a adequação das empresas à nova estrutura, disponibilizando informações na internet, através de seus portais, se deva ao fato de uma nova forma de realizar transações eletrônicas de bens e serviços: o e-commerce (Comércio Eletrônico).

As empresas nesse novo formato on-line, tem realizado significativos investimentos em TI, passando a terem seus produtos e serviços apoiados nessa tecnologia.

Segundo Albertin (2010):

“o comércio eletrônico é a realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócios num ambiente eletrônico, por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação, atendendo aos objetivos de negócio” (1).

Dentro desse novo campo de negócios eletrônicos, várias nomenclaturas para especificar os modelos de negócios on-line, foram criadas, a realização de uma simples troca de informações, até a compra de bens e serviços.

Os destinos turísticos criaram seus portais para a divulgação de seus roteiros, a fim de atrair clientes, cujas informações vão desde passeios, cultura, geografia, incluindo câmeras ao vivo dos locais, para mostrar melhor seus produtos.

Companhias aéreas, agências de turismo e operadoras, também criaram seus sites de vendas de produtos e serviços. Os pacotes turísticos podem ser montados com bastante facilidade na internet, por qualquer pessoa.

Isto não quer dizer que a função do agente de viagens nem tão pouco das agencias de turismo serão relegadas, perdendo seu lugar para o comercio eletrônico.

Braga afirma, dentre outras coisas (2008):

“com relação da interferência da internet na rotina de trabalho dos agentes de viagens, observa-se que a aceleração de negócios e de consulta agiliza o trabalho desses profissionais, que devem agora utilizar essa ferramenta com a finalidade de expandir seus negócios e conhecimentos sobre o produto e destino.”(2)

Mudanças ocorrem e às vezes, complexas, mas é preciso observar atentamente onde estão as ferramentas adequadas que dirigirão a empresa corretamente.

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(1) ALBERTIN, Alberto Luis. Comércio Eletrônico. Editora Atlas

(2) BRAGA, Débora Cordeiro. Agencias de Viagens e Turismo. Editora Campus

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